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TECNICO PREVENCIONISTA EN SEGURIDAD E HIGIENE INDUSTRIAL

30/3/11

Estudio vincula pérdida de peso con dormir bien

EE.UU., 30 Mar (UYPRESS) – Un estudio realizado por el Centro Kaiser de Estados Unidos indica que “el manejo adecuado de los niveles de estrés y de los patrones de sueño de las personas puede ayudar en la batalla contra la obesidad”.

“El manejo adecuado de los niveles de estrés y de los patrones de sueño de las personas puede ayudar en la batalla contra la obesidad”, destaca el estudio realizado por los expertos del Centro Kaiser para la Investigación en Salud, de Estados Unidos.

El informe fue publicado en la revista International Journal of Obesity.Para la investigación participaron 472 personas durante un tiempo estimado de seis meses. Entre las conclusiones se estableció que “las personas que tenían muy poco o demasiado sueño mostraron tener menos probabilidad de perder peso”.

Asimismo, comunica que menores niveles de estrés predecían mayor pérdida de peso. La premisa final indicó: "Comer menos, moverse más, y dormir mejor".

OIEA RECOMIENDA: evacuación de pueblo a 40 km de Fukushima

ONU, 30 Mar (UYPRESS)- Organismo Internacional de Energía Atómica (OIEA) recomendó hoy la evacuación de Iitate, un poblado situado a 40 kilómetros de la central nuclear japonesa Fukushima Daiichi, debido a los altos niveles de radioactividad

En conferencia de prensa en Viena, Denis Flory, jefe del Departamento de Seguridad Nuclear del OIEA señaló que los expertos de esa agencia que se encuentran en el terreno y miden la cantidad de radiación en los alrededores de la planta han dado esta alerta a las autoridades correspondientes.

“Una primera evaluación indica que se ha excedido uno de los criterios operativos del OIEA para la evacuación en la localidad de Iitate”, dijo.

Flory agregó que el gobierno de Japón estudia la situación tras la recomendación del Organismo.

Los parámetros del OIEA marcan 20 kilómetros a la redonda del sitio del accidente como la zona de máximo riesgo, que debe ser evacuada; el segundo cinturón llega al kilómetro 30 y sugiere a la población no salir de sus casas.

Iitate se encuentra diez kilómetros fuera de estas áreas, sin embargo, los niveles de radioactividad duplican los considerados no dañinos para la salud, explicó Flory.

Sin embargo, aclaró que es pertinente que las autoridades realicen su propio análisis puesto que existen variables que pueden afectar las mediciones.

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

Angra reforça plano de segurança

Eletronuclear, que opera as usinas 1 e 2, ampliará mapeamento das vias que chegam às centrais nucleares e fará plano de fuga pelo mar

Bruno Boghossian / RIO - O Estado de S. Paulo

Para reforçar os padrões de segurança das usinas de Angra 1 e 2, no litoral sul fluminense, a Eletronuclear vai ampliar o mapeamento das vias de acesso às centrais nucleares e planeja criar um plano de fuga pelo mar, com a construção de dois píeres para facilitar a retirada de moradores e funcionários em caso de desastre.

O projeto de criação dos ancoradouros está em fase inicial, mas a empresa responsável pelas usinas pretende contratar nos próximos dias uma consultoria externa para reavaliar a situação das encostas que margeiam as estradas da região. Em até quatro meses, um relatório poderá indicar a necessidade de novas obras de contenção e determinar os pontos onde há riscos de deslizamentos – que poderiam bloquear as rotas de fuga em caso de emergência.

A Eletronuclear afirma que realiza um monitoramento constante nas encostas, principalmente às margens da rodovia Rio-Santos (BR-101).

A decisão de solicitar um estudo externo para complementar o mapeamento da área havia sido tomada há meses, mas foi reforçada pelo desastre nuclear em Fukushima, no Japão, em decorrência do terremoto e do maremoto que atingiram o país. Em caso de desastre em Angra, as estradas usadas como rotas de fuga devem estar livres, para facilitar o isolamento da região.

“O novo mapeamento será feito apenas para termos uma confirmação externa das informações que já foram colhidas”, ressaltou Diógenes Salgado Alves, gerente de engenharia civil da Eletronuclear. “Em um momento como esse, não podemos deixar de ampliar a transparência e garantir a segurança total.” Deslizamentos de terra são comuns na Rio-Santos em períodos chuvosos, uma vez que as encostas da região são instáveis e formadas por rochas de até 100 toneladas envoltas por terra.

Pelo mar. Para ampliar a capacidade de retirada dos quase 20 mil moradores e funcionários das regiões consideradas vulneráveis a um desastre, a Eletronuclear quer construir dois píeres que poderão ser usados para a evacuação da área caso as estradas estejam bloqueadas.

A empresa fará estudos para definir a dimensão e a localização exata dos ancoradouros. Um píer deve ser erguido na Praia Brava (a 3 km da central nuclear) e outro na Baía da Ribeira (a cerca de 10 km das usinas). Não há informações sobre a dimensão da obra, mas os locais de construção dos ancoradouros devem ser dragados para permitir a atracação de barcos de grande capacidade de passageiros.

Os acidentes na usina japonesa de Fukushima aceleraram a adoção de outras medidas suplementares de segurança no Brasil, segundo o assistente do diretor da Eletronuclear, Leonam dos Santos Guimarães. “O ritmo pode ser mais rápido, pois há uma cobrança da sociedade.” Guimarães ressaltou que o desastre no Japão não deve gerar mudanças no programa energético brasileiro, que prevê a construção de novas centrais nucleares.

A empresa estuda instalar uma pequena central hidrelétrica nas bacias dos Rios Bracuhy e Mambucaba, na região de Angra, para fornecer energia para os equipamentos de segurança da usina nuclear em caso de desastre. / COLABORARAM GLAUBER GONÇALVES e KELLY LIMA


CARTA MAIOR Japoneses e alemães pedem fim do uso de energia nulcear

JAPÓN, 28 Mar (CARTA MAIOR)-Primeiros protestos em Tóquio e Nagoya pedem o encerramento de todas as centrais nucleares no Japão. Os manifestantes pediram ao governo que mude de política e adote fontes de energia renováveis em vez da energia nuclear.

Exigiram também que seja divulgada mais informação sobre o acidente nuclear e que se assumam mais responsabilidades por aquilo que aconteceu desde o sismo e o tsunami que abalaram o país a 11 de Março. Nas quatro maiores cidades da Alemanha, mais de 200 mil pessoas foram às ruas protestar contra o uso da energia nuclear.

Esquerda.net

Mais de mil pessoas protestaram este domingo em Tóquio, em frente à sede da Tepco (Tokyo Electric Power Company), empresa que opera a central nuclear de Fukushima, e em Nagoya, pedindo o encerramento de todas as centrais nucleares no Japão.

Os manifestantes pediram ao governo que mude de política e adote fontes de energia renováveis em vez da energia nuclear. Exigiram também que seja divulgada mais informação sobre o acidente nuclear e que se assumam mais responsabilidades por aquilo que aconteceu desde o sismo e o tsunami que abalaram o país a 11 de Março.

Em Nagoya, 300 pessoas juntaram-se para dizer que não querem outra Fukushima, pedindo o encerramento da central de Hamaoka, situada a 120 quilômetros de Nagoya, costa sul da ilha de Honshu.

“O Japão mentiu sempre sobre os méritos das centrais nucleares”, salientou, à agência AFP, Atsuchi Fujuki, vindo de Tóquio, dizendo-se “triste e decepcionado”.

Hoje, uma sondagem da agência de notícias Kyodo, revelou que mais de 58% dos japoneses não aprovam a forma como o governo está lidando com a crise nuclear.

Os planos para construir novas centrais nucleares no Japão estão suspensos desde a catástrofe, há mais de duas semanas. Muitas centrais ainda não retomaram o seu funcionamento.

Protestos na Alemanha
Nas quatro maiores cidades da Alemanha, mais de 200 mil pessoas foram às ruas neste sábado para protestar contra o uso da energia nuclear. Nas manifestações realizadas em Berlim, Hamburgo, Munique e Colônia, os manifestantes exigiram a desativação imediata de todos os reatores nucleares do país. Os protestos foram realizados sob o lema: "Fukushima adverte: chega de centrais nucleares".

Em Berlim, estiveram cerca de 90 mil pessoas na manifestação. Entre as organizações alemãs que chamaram à acção estão a iniciativa antinuclear Ausgestrahlt, a organização de protecção ao meio ambiente Bund, as redes Attac e Compact, informa a Deutsche Welle. Os protestos também foram apoiados pelas Igrejas Católica e Evangélica, por sindicatos, artistas como a banda Wir sind Helden, além de políticos da oposição.

Os manifestantes exigem que o governo alemão deixe de representar os interesses das empresas de energia nuclear para "ouvir a população, que não está mais disposta a assumir os riscos da energia atômica".

Reviravolta de Merkel
Há seis meses, a chanceler Angela Merkel anunciava que iria estender mais alguns anos a vida das centrais nucleares alemãs, que, segundo um compromisso feito pelo governo SPD-Verdes (1998-2005), iriam ser desativadas até 2020. Depois do desastre de Fukushima, a chefe do governo alemão anunciou o encerramento imediato – embora sublinhasse que era uma medida temporária – de sete reatores nucleares entre os 17 do país.

A reviravolta de Merkel não teve na opinião pública o efeito que esta esperava. Segundo uma sondagem, 71% dos alemães acham que ela foi "oportunista" por causa das eleições.

Convenio UyPress - Carta Maior

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

La idiosincrasia local no es la que frena el desarrollo

SOLEDAD AROCENA / GERENTE COMERCIAL DE 3M

Es montevideana pero vivió en Francia los primeros 18 de sus 42 años. Completó la licenciatura en Ciencias Biológicas en la Udelar y un máster en México, donde permaneció tres años y conoció a su ahora esposo, padre de sus dos hijas aún pequeñas.
Trabajó 11 años en la subsidiaria uruguaya de Turbomeca, en donde ingresó por ser universitaria bilingüe y alcanzó la gerencia comercial, que ocupó cinco años. Desde hace un año y medio maneja ese puesto en 3M. "Trabajando me di cuenta de que lo mío era aplicar el conocimiento en un área concreta, no académica, con resultados a corto plazo". Termina este año su MBA en la Universidad Católica, y no le queda, por ahora, tiempo libre para sus hobbies: hacer gimnasia y pintar.

¿Cuántos productos comercializa 3M en el mundo?
Son alrededor de 60.000 productos, 500 nuevos cada año. En Uruguay, comercializamos un 10%, pero de todas las líneas, adaptando el portafolio a la necesidad local.
¿Cuántos rubros los organizan?
Son seis grandes familias. Consumo Masivo y Oficina, que abarca productos como esponjas Scotch Brite, elementos de barrido y fibras; oficina, con las marcas Post-it y cintas Scotch, y banderitas. El segundo rubro es Industria y Transporte, con cintas, adhesivos especiales y para la construcción, abrasivos y productos de aplicación en la industria automotriz. El tercero, Gráficos y Exhibición, integra vinilos para cartelería, reflectivos para rutas, para transporte de carga...Leer más

29/3/11

Más de mil millones vivirán con poca agua en 2050

Las ciudades de los países en desarrollo tendrán unos 3.000 millones de personas más en 2050 que ahora y de ellos, mil millones sufrirán escasez de agua, según una investigación que ha combinado los modelos de proyección de cambio climático con los demográficos.

Los investigadores norteamericanos afirman que actualmente unos 150 millones de personas ya viven en ciudades donde sufren escasez de agua de forma permanente (menos de cien litros diarios por persona) y muchos más, unos 890 millones sufren esa escasez estacionalmente, por lo menos durante un mes al año.

La presión demográfica será la principal responsable del aumento de la presión hídrica sobre la población a mediados de este siglo, pero también el cambio climático influirá negativamente, según se aprecia en los datos globales, aunque unas regiones resultarán más húmedas que ahora y otras más secas.

Sólo el cambio del clima provocará escasez de agua en cien millones más de personas.

28/3/11

Conchillas: una historia que se repite un siglo después

RENACER. SURGIÓ GRACIAS A UNA FACTORÍA; HOY SUEÑA CON UNA PASTERA

Pasado inglés, años de decadencia, apuesta a futuro chileno-finlandés.

Luis Carro | Colonia

Presente. Cientos de personas sueñan con trabajar en Conchillas, como en el siglo XIX.

Una factoría inglesa a fines del siglo XIX y una planta procesadora de pasta de celulosa a comienzos de 2011. Primero los Walker y ahora Stora Enso y Arauco. La historia laboral de Conchillas, el pequeño pueblo situado en la 7ª Sección Judicial de este departamento, vuelve a repetirse.

El nombre inicial fue Las Conchillas, por la gran cantidad de estas formaciones calcáreas bajo las primeras capas de los médanos. Allí, desde 1887 estuvo instalada la empresa inglesa C.H. Walker & Co. Ltd., dedicada a extraer arena y piedra para la construcción del nuevo puerto de Buenos Aires.

Oficinas, talleres y un muelle fueron parte de la infraestructura que se montó en aquel desolado paraje. Buena del parte del mobiliario y la maquinaria fue traída de Inglaterra, Argentina y Paraguay. Para los obreros criollos y europeos­ hubo primero un caserío de barro y paja y, en una segunda etapa, barracas de piedra con techo de chapa y piso de tierra.Leer más

Medidas contra exposición de sustancias peligrosas

El Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca prohibió las aplicaciones aéreas de productos fitosanitarios en cultivos que se encuentren a menos de 500 metros de predios de centros educativos.

El decreto correspondiente establece que la determinación de zonas de exclusión para la aplicación de productos de uso agrícola, “es una medida eficaz para disminuir el riesgo de exposición de sustancias intrínsecamente peligrosas”.

Por este mismo motivo, el MGAP también prohibió las aplicaciones terrestres mecanizadas de productos a una distancia inferior a 300 metros del límite del predio.

26/3/11

EL AGUA ES UN DERECHO HUMANO

Más de 1.000 millones de personas carecen de acceso al agua, un problema que se agravará por el crecimiento de la urbanización y la falta de infraestructura adecuada a esos cambios.

Todos los gobiernos deberían reconocer la verdadera naturaleza de la crisis. Por estos días la ONU lanza la alerta por el Día Mundial del Agua, instando a todos los gobiernos a que reconozcan la auténtica naturaleza de la crisis del agua en las zonas urbanas: una crisis de gobernanza, ocasionada por las medidas ineficaces y la mala gestión, más que por un problema de escasez.

Este año, la jornada se recuerda con el tema "Agua para las ciudades", dado que se estima que en poco más de una generación, el 60% de la población del mundo vivirá en centros urbanos y ciudades, y la mayor parte de este aumento se producirá en los barrios marginales y en los asentamientos ilegales del mundo en desarrollo. La vital interrelación entre el agua, los alimentos y la energía plantea uno de los problemas más difíciles a los que nos enfrentamos y, sin agua, no hay dignidad, ni se puede escapar de la pobreza.

Si no se logra convertir el agua en un instrumento para la paz, en un futuro podría ser una importante causa de conflicto. La situación más alarmante ocurre en la urbanización de los países en desarrollo, ya que las ciudades crecen en un promedio de 5 millones de habitantes al mes, de acuerdo con datos de la ONU.

En los suburbios de esas naciones viven 828 millones de personas, que no tienen acceso al agua potable ni a servicios de saneamiento, y la inestabilidad de sus viviendas hace vulnerables a los desastres relacionados con el agua y el medio ambiente, como las inundaciones o los deslizamientos de tierras.

Los más afectados son los pobres de las ciudades porque no están conectados a una red de agua corriente y se ven obligados a comprar agua, que suele ser muy cara. La mitad de la humanidad vive hoy en las ciudades y se calcula que entre 2000 y 2030 se duplicará la población urbana en Africa y Asia. Entre los desafíos planteados en 2000 en los Objetivos del Milenio se encontraba que para 2015 debía reducirse a la mitad la proporción de la población sin acceso sostenible al agua potable y a saneamiento básico y una mejora significativa en la vida de por lo menos 100 millones de personas que habitan en barrios empobrecidos para 2020.

Pero, alertan los expertos, no se alcanzarán esas metas en materia de saneamiento con el ritmo actual de urbanización y la falta de infraestructuras adecuadas. El agua es patrimonio común, un bien y un servicio público. Es un recurso que debe protegerse como un derecho para todos, sin exclusiones. El acceso al agua y a un sistema de saneamiento es un derecho humano.

EDITORIAL de LA REPUBLICA

25/3/11

Cuando la masculinidad puede matar

RULETA. LA TENDENCIA DE LOS HOMBRES A REHUIR AL MÉDICO LOS EXPONE A PELIGROS TAN IMPORTANTES COMO EVITABLES

Ser hombre suele asociarse con una imagen dura y con la asunción de riesgos.

Ello desemboca en una reticencia a ir al médico que se empieza a ver en la adolescencia y se consolida en la adultez, cuando se evita que, con un chequeo, se puedan descubrir factores de riesgo para importantes patologías.

Federico Bentancor

En algunos casos, la supuesta virilidad puede ser un arma de doble filo. La expectativa de vida de los varones uruguayos es siete años y cuatro meses inferior a la de las uruguayas. Y no es casualidad: son poco proclives a concurrir al primer nivel de atención, el estrato del sistema sanitario que es vital para elaborar estrategias de prevención y promoción de salud. Estereotipos de género y fallas de las instituciones a la hora de captarlos serían, según un estudio, las causantes del escenario que expone a los hombres al peligro de sufrir serios percances para su bienestar.

ESPIRAL DESCENDENTE

El epidemiólogo Wilson Benia, asesor de la División Salud de la Intendencia de Montevideo (IM), realizó un material que se alimenta de diferentes fuentes para brindar un panorama de la situación y será presentado en abril, en el marco de un foro virtual sobre el tema organizado por una ONG estadounidense.

Las cifras utilizadas por el especialista son más que claras. Por ejemplo, la distribución por género de los usuarios de la Red de Atención del Primer Nivel de Montevideo de la Administración de los Servicios de Salud del Estado (ASSE) en 2008 marca que, de 261.500 personas que consultaron, solo el 40% eran hombres.

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LOS PLAGUICIDAS Y LA SALUD: organoclorados, organofosforados, piretrinas y piretroides

Los plaguicidas pueden producir en los agricultores y consumidores intoxicaciones agudas y crónicas. Las intoxicaciones ocupacionales por plaguicidas en países en vía de desarrollo ascienden a 25 millones cada año.

ORGANOCLORADOS

En este grupo se incluyen los insecticidas cuya estructura química corresponde,en general, a la de hidrocarburos clorados aromáticos, aunque alguno de ellos contienen otros elementos, como oxígeno y azufre. Dentro de los compuestos organoclorados más conocidos se encuentran el DDT, metoxicloro (HCH), aldrín, endosulfán y canfeclor.

ORGANOFOSFORADOS

Los organofosforados son ésteres del ácido fosfórico (unión de un ácido y un alcohol) y una variedad de alcoholes, generalmente liposolubles. Poseen baja presión de vapor, con excepción de algunos pocos (por ejemplo, Diclorvos). Esto los hace poco volátiles. La principal forma de degradación en el ambiente es la hidrólisis, especialmente bajo condiciones alcalinas, lo que tiene importancia en el proceso de destrucción del plaguicida.

CARBAMATOS

El grupo químico de los carbamatos corresponde a ésteres derivados de los ácidos N-metil ó dimetil carbámico y comprende más de 25 compuestos que se emplean como insecticidas y algunos como fungicidas, herbicidas o nematicidas.

Las piretrinas son insecticidas de origen natural obtenidos de la flor del crisantemo, y han sido utilizados por el hombre desde hace muchos años.
Son bastante inestables a la exposición a la luz y al calor, lo cual les resta utilidad para su aplicación en la agricultura. Son poco solubles en agua y se hidrolizan rápidamente por alcálisis.
Los piretroides son insecticidas sintéticos, con una estructura química similar a la de las piretrinas, modificada para mejorar su estabilidad en el ambiente. Se disuelven mejor en el agua y, al igual que las piretrinas, son hidrolizados por los álcalis.
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24/3/11

Los 10 mayores desastres tecnológicos de la historia

MONTEVIDEO, 24 Mar (UYPRESS) - Si bien la tecnología no es la culpable, hay innumerables ejemplos de fallas de software, hardware o humanos que han costado muy caro a empresas y gobiernos.

Fallas que han afectado tanto desde el punto de vista financiero, como en términos de reputación y que han llegado a ocupar grandes espacios en los medios de comunicación.

A continuación presentamos una lista con algunos de ellos, con la aclaración previa que su orden es en gran medida de carácter subjetivo y seguramente el lector tenga sus propias experiencias y preferencias:

1. El sistema de alerta temprana de la Unión Soviética estuvo a punto en 1983 de causar la III Guerra Mundial cuando un error en el software indicó que cinco misiles habían sido lanzados por los Estados Unidos.

2. La red de AT&T se hundió en 1990 y dejó sin respuesta a 75 millones de llamadas por un error en una sola línea de código de software.

3. Un software mal diseñado fue el responsable en 1996 de la explosión de la aeronave europea Ariane-5, cuando a 40 segundos después de la iniciación de la secuencia de vuelo, la aeronave se desvió de su ruta, se partió y explotó.

4. Algunos de los problemas y retrasos del lanzamiento del avión más grande del mundo, el Airbus A380, se debieron a la incompatibilidad de las diferentes versiones usadas del software de diseño CATIA. Mientras los socios franceses utilizaban la última versión, la factoría alemana no había actualizado la misma.

5. Un error en la navegación de la nave espacial Mars Polar Lander hizo que volara demasiado baja y se estrellara. El error fue debido a un subcontratista que confundió el sistema de medidas americano y el europeo.

6. Un error en la actualización del software empleado en el Ministerio de Trabajo y Pensiones británico por la empresa de tecnologías de la información EDS, costó a los contribuyentes más de mil millones de libras en 2004.

7. El efecto del año 2000 y los miles de millones gastados para evitar el temido desastre que afortunadamente no sucedió.

8. Las baterías explosivas de los notebooks y otros dispositivos como móviles están siendo uno de los últimos fiascos de la industria del sector con pérdidas cuantiosas para su reemplazo.

9. Un nuevo sistema informático de Siemens para emitir pasaportes implantado en 1999 sin probarse suficientemente y sin personal calificado para su manejo, amargó las vacaciones a medio millón de británicos.

10. Una simple tarjeta de red defectuosa dejó en tierra a una parte de los 17.000 aviones que maneja el aeropuerto de Los Ángeles.

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

IMPORTANCIA DEL CONTROL DE LAS EMOCIONES. RELACIÓN CON LA INTELIGENCIA EMOCIONAL

MONTEVIDEO, 23 Mar (UYPRESS)- A continuación les presentamos un video subido a YouTube sobre la importancia del control de la emociones, más allá del conocimiento, de la inteligencia y de la cultura, de manera de entender mejor la vida

A continuación les presentamos este video que le invita a interiorizarse sobre el control de las emociones y su relación con la inteligencia emocional.


23/3/11

CALL CENTER EL PEOR DE TODOS LOS TRABAJOS EN LA ACTIVIDAD PRIVADA


MONTEVIDEO, 9 Mar (UYPRESS) – Considerado el peor trabajo de la oferta laboral privada los trabajadores realizarán medidas no solo por un tema salarial.

Un trabajador de call centers trabaja 6 horas. La remuneración por esa tarea es de $ 5.200 según explican en un comunicado dirigido a la prensa.

El régimen de trabajo es de una tensión nerviosa y una exigencia tan tenaz que la rotación de trabajadores es permanente. La mayoría de los call centers se dedica a la atención y venta hacia el exterior.

La movilización sindical de esta oportunidad es importante ya que los trabajadores lograron conforma un gremio con un mínimo de estabilidad.

La movilización tendrá su punto más importante a las 15 hs en la concentración frente al MTSS. Dentro de las reivindicaciones económicas esta la salarial en la que piden $ 8.500. Lo llamativo de las reclamaciones es que deben pedir un mínimo de 15’ entre llamada y llamada. Las llamadas ‘caen’ programadas por una computadora que no da descanso ni físico ni nervioso a los teleoperadores.

“Un mejor Empleo, un mejor país” es la consigna bajo la cual se realiza la movilización.

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

22/3/11

El agua como regalo divino

GUATEMALA, 23 Nov (Tierramérica) - "Muchos todavía creen que el agua es un regalo de Dios". La frase de un científico guatemalteco ilustra el abandono de los recursos hídricos de América Central y su impacto en la agricultura

Como obsequio divino, "no hay que pagar por ella", dijo a Tierramérica el doctor en ciencias ambientales Edwin Castellanos, colaborador del Grupo Intergubernamental de Expertos sobre el Cambio Climático (conocido por sus siglas en inglés IPCC).

Castellanos cree que "debe pagarse no solo por un servicio adecuado, sino por limpiar el agua que ensuciamos y que finalmente llega a ríos y lagos perpetuando un círculo de contaminación y muerte por enfermedades diarreicas".

Pero manejar bien el agua requiere normas y educación. Guatemala y El Salvador, por ejemplo, carecen de legislación en la materia.

"No tenemos leyes que regulen el uso adecuado del agua por falta de voluntad política y presión de grupos externos que se benefician de este vacío legal, especialmente industriales y agroindustriales", acusó Castellanos, codirector del Centro de Estudios Ambientales de la Universidad del Valle de Guatemala.

Un buen manejo es también "almacenar en reservorios pequeños a nivel familiar o comunitario, y en represas, así como el desarrollo de infraestructura para transportarla a donde es más escasa", agregó.

América Central, una de las zonas más vulnerables del mundo, ya siente en el agua y en la agricultura los embates del cambio climático.

En otros países de la subregión se ha legislado y "se han ratificado acuerdos, pero de allí a tomar acciones definitivas hay un enorme trecho", dijo a Tierramérica el costarricense Edgar Gutiérrez Espeleta, asesor del IPCC.

El recalentamiento planetario y el manejo del agua y la agricultura "no son prioridad" para una región absorta en "las exportaciones y el turismo a toda costa", opinó Gutiérrez-Espeleta, doctor en ciencias forestales y especializado en estadística.

"El agua se ha administrado como un bien inagotable", coincidió con Castellanos.

En el istmo, cada persona dispone en teoría de más de 3.000 metros cúbicos de agua por año, mientras en el norte de África y Medio Oriente la disponibilidad hídrica es de 200 o 300 metros cúbicos, según la Alianza por el Agua, una red de instituciones públicas y privadas de América Central y España.

Pero solo 42 por ciento de la población rural y 87 por ciento de la urbana tienen acceso a agua potable en América Central. Y el suministro empeoró por el cambio climático.

"Se sabe que el calentamiento global traerá más sequía para la vertiente del (océano) Pacífico y más lluvia para el (mar) Caribe… Es hora de empezar a administrar el agua disponible con un enfoque de cuenca hidrográfica y con la participación de todos", planteó el experto.

Las devastadoras tormentas Mitch (1998), Stan (2005) y Agatha (2010), y la sequía de 2009, cuya intensidad fue atribuida al cambio climático, dejaron daños multimillonarios a la agricultura de la región y miles de damnificados, principalmente en Honduras, Nicaragua, El Salvador y Guatemala.

Las pérdidas del sector agropecuario por los principales desastres ambientales entre 1972 y 2007 suman "casi 11.000 millones de dólares, equivalentes a 5,7 por ciento del PIB (producto interno bruto) centroamericano en 2007", señala el informe Istmo Centroamericano: Efectos del cambio climático sobre la agricultura - 2009, de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).

La agricultura y la ganadería son motores de la economía regional. "Si se incluye la agroindustria, representan 18 por ciento del PIB total. Además, son los principales abastecedores de alimentos", dice el estudio.

Para la consultora salvadoreña Yvette Aguilar, las estrategias para proteger el agua deben enmarcarse en el ordenamiento de los territorios, lo que implica mejorar la agricultura.

El agro emplea 70 por ciento de toda el agua extraída para consumo humano en el mundo, afirma la Organización de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO). "Es ineludible tomar medidas para aumentar la capacidad de adaptación de las familias rurales y urbanas pobres", con agricultura sostenible y defensa del "derecho a la tierra", añadió Aguilar.

La sequía provocada el año pasado por El Niño/Oscilación del Sur, un fenómeno que altera las corrientes y temperaturas marinas en la zona intertropical del Pacífico, terminó en la muerte por desnutrición de 54 niñas y niños y de varios cientos de adultos del Corredor Seco, en el centro y este de Guatemala, cuyos habitantes dependen de la agricultura de subsistencia.

Este año, fueron las inundaciones las que arruinaron los cultivos.

Los agricultores de subsistencia son uno de los tres tipos de productores cuyo manejo sostenible debe diferenciarse; están además los excedentarios y los grandes, dijo a Tierramérica Ottoniel Monterroso, del Instituto de Agricultura, Recursos Naturales y Ambiente de la jesuita Universidad Rafael Landívar de Guatemala.

Los primeros, que cultivan maíz, frijol y hortalizas, "deben adaptarse al cambio climático y aumentar sus ingresos" combinando "la siembra de granos u hortalizas con árboles y agricultura ecológica", dijo.

Así aumenta la humedad, se emplean menos insumos y se mejoran los rendimientos, explicó.

Los cultivos excedentarios, con destino sobre todo comercial, requieren un tratamiento similar. "Y los grandes productores deben utilizar la agricultura de precisión, basada en tecnología, para racionalizar el agua y los agroquímicos", añadió.

Leonel Jacinto, de la FAO Guatemala, señaló a Tierramérica que en el Corredor Seco se buscan maneras de mejorar la retención de humedad en el suelo, usando rastrojos, agroforestería y abonos orgánicos y promoviendo que la gente diversifique lo que planta.

"El primer paso es generar experiencia con pocas familias y demostrar que funciona", dijo. En este esquema, el papel del Estado vendría después.

* Este artículo fue publicado originalmente el 20 de noviembre por la red latinoamericana de diarios de Tierramérica

Por Danilo Valladares

IPS Noticias

CRISIS DEL AGUA: ONU URGE A RECONOCER CRISIS EN ZONAS URBANAS

ONU, 20 Mar (UYPRESS)- La ONU urgió este viernes a los gobiernos a reconocer la crisis del agua en las zonas urbanas como un problema de gobernanza, de políticas débiles y de mala administración, más que de escasez.

En un mensaje con motivo del Día Mundial del Agua, que se celebra cada 22 de marzo, el Secretario General de Naciones Unidas señaló que en poco más de una generación, el 60% de la población vivirá en ciudades, lo que representa un desafío para el abastecimiento de este líquido vital.

Ban Ki-moon recordó que todavía 800 millones de personas carecen de acceso a agua potable y saneamiento.

Por eso, instó a la comunidad internacional a terminar con este flagelo que socava la dignidad y buena salud de tanta población.

Ban indicó que en muchos países, las niñas dejan la escuela debido a la falta de instalaciones sanitarias.

Además, muchas mujeres son acosadas o abusadas cuando caminan largas distancias para buscar agua o para ir a un baño público, agregó el titular de la ONU.

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

Ver porno en el trabajo no puede ser causal de despido

Ver páginas de contenido adulto en horario laboral y empleando el PC del trabajo no es causa de despido, incluso en el caso de que la empresa, con carácter previo, haya dado instrucciones expresas en contrario.Por lo menos, así lo entendió el Tribunal Superior de Justicia de Madrid en una sentencia.

En el presente caso, además, la empresa sí contaba con un protocolo de uso de dispositivos electronicos que advertía a los funcionarios de que el acceso a Internet está expresamente limitado a usos profesionales, lo que se venía entendiendo como determinante para entender la improcedencia o no del despido.

De acuerdo recogen los hechos de la Sentencia, el trabajador en cuestión entregó su ordenador portátil al responsable de sistemas de la empresa para que procediera a reparar el mismo, comprobando el técnico que el dispositivo había sido infectado por el acceso a determinadas páginas web de contenido pornográfico. En todo caso, fue el propio trabajador quien facilitó al técnico informático sus claves para acceder al equipo.

El motivo que conduce al Tribunal a entender que el despido es improcedente es que la conducta del trabajador no constituye “una falta muy grave de desobediencia, (…) deslealtad o abuso de confianza en las gestiones encomendadas”. Y es que, contradiciendo la Sentencia del Juzgado de lo Social, que había considerado que el acceso a este tipo de contenidos implica la transgresión de la buena fe contractual y constituye un incumplimiento grave y culpable de las obligaciones contractuales, el TSJM no comparte ese criterio y afirma que el trabajador incurrió en una desobediencia a los dictados de la empresa, pero que la misma “no resulta en absoluto el perjuicio notorio para la compañía”.

Pese a que ha resultado acreditado que el trabajador “ha puesto en peligro la integridad y el buen funcionamiento de la red interna de la empresa”, dado que el daño no se ha materializado, su actuación no justifica el despido.ESPECTADOR.COM

21/3/11

Las malas condiciones laborales causan gran número de muertes en el mundo

Cada día mueren cerca de 6300 personas como resultado de lesiones o enfermedades relacionadas con el trabajo, lo que representa más de 2,3 millones de fallecimientos al año, según la Organización Internacional del Trabajo (OIT).
“El coste humano que representa esta tragedia diaria es incalculable”, lamentó el director general de la OIT, Juan Somavia, en un comunicado en ocasión de la celebración del `Día Mundial de la Seguridad y Salud en el Trabajo´.
“El gasto que conlleva la pérdida en días de trabajo, tratamiento médico y prestaciones abonadas en efectivo asciende cada año al 4% del Producto Interno Bruto mundial”, detalló Somavia, quien añadió que “esta cifra supera el valor total de las medidas de estímulo adoptadas para responder a la crisis económica”.
Los datos de la OIT recalcan que, además, cada año ocurren cerca de 337 millones de accidentes en el entorno laboral que derivan en ausencias prolongadas del trabajo.
El director general de la OIT subrayó que uno de los elementos que preocupan “es el recrudecimiento de los trastornos psicosociales vinculados a las nuevas situaciones de estrés y presión laborales en la economía mundial”.
Al respecto, un informe de la OIT precisa que entre los nuevos riesgos laborales se hallan mayores cargas de trabajo y su intensificación a raíz de los recortes de plantilla. También, las malas condiciones asociadas a los trabajos en la economía informal, además de las nuevas formas de empleo, como el independiente, la subcontratación o los contratos temporales. Este estudio sostiene que los expertos en seguridad laboral han observado un preocupante aumento de los trastornos causados por el estrés laboral debido a la incapacidad de “hacer frente a los nuevos modelos de la vida laboral”.
Sobre este asunto, la OIT ha recordado que hace poco tiempo adoptó una nueva lista de enfermedades profesionales, que incluye por primera vez los trastornos mentales y del comportamiento, así como los desordenes psicológicos posteriores al trauma.
Los inmigrantes suelen estar expuestos “a un mayor riesgo de explotación”, y que “puede que no tengan acceso a la atención de salud o a la seguridad social y con frecuencia no están protegidos por la legislación sobre seguridad laboral”. Este colectivo tiende a realizar “trabajos de alto riesgo”, sin apenas “acceso a asesoramiento en materia de seguridad en el trabajo”, y que muchos también “se ven obligados a trabajar largas jornadas para obtener unos ingresos adecuados, y pueden sufrir de mala salud en general”.
El Día Mundial de la Seguridad y Salud en el Trabajo, que instauró la OIT en el 2003, se centra este año en los cambios que conllevan para la seguridad laboral los avances tecnológicos.Ginebra, abril 27/2010 (EFE)

El ruido continuo en el lugar de trabajo duplica el riesgo de enfermedad cardíaca

El ruido continuo en el lugar de trabajo duplica el riesgo del empleado de padecer una enfermedad cardíaca, según sugiere un estudio publicado en The British Medical Journal (BMJ).
La investigación fue hecha a partir de los resultados de un análisis de la salud de 6000 empleados mayores de 20 años y que tomaron parte en el llamado Estudio de Salud Nacional y Nutrición de Estados Unidos entre 1999 y 2004.
El estudio, a cargo de Wen Qi Gan, de la Escuela de Salud Medioambiental de la Universidad de British Columbia en Canadá, tuvo en cuenta las entrevistas con los empleados, pruebas de sangre, su ritmo de vida y antecedentes médicos.
Los participantes fueron separados en grupos, entre los que soportaron durante tres meses ruidos muy altos en el trabajo hasta el punto de que era difícil hablar normalmente y los que no.
De esta manera, los investigadores concluyeron que los trabajadores que estaban en un lugar con mucho ruido tenían dos o tres veces más posibilidades de tener graves problemas cardíacos que los que trabajaban en espacios con menos ruido.
Las pruebas de sangre de los trabajadores no indicaban que tuvieran altos niveles de colesterol, asociado a enfermedades cardíacas.
“Este estudio sugiere que estar expuesto al ruido excesivo en el lugar de trabajo es un asunto de salud laboral y merece una atención especial”, señalan los investigadores.
Londres, octubre 6/2010 (EFE)

Empleos estresantes aumentan el riesgo de enfermedades cardíacas en mujeres

Las mujeres con empleos estresantes tienen más posibilidades de sufrir un ataque cardíaco, un derrame cerebral o la obstrucción de arterias que las féminas con trabajos menos estresantes, según un nuevo estudio.
La preocupación de perder el empleo tiene el potencial de incrementar el riesgo de desarrollar enfermedades cardíacas, de acuerdo con un estudio que financió el gobierno estadounidense.
“Las conclusiones son particularmente interesantes en medio de la debilidad de la economía estadounidense, por la gran tensión que sufren quienes mantienen sus empleos y quienes carecen de ellos, señaló la doctora Michelle Albert, cardióloga del Hospital Brigham and Women, en Boston, quien dirigió el estudio.
El hecho de que se haya efectuado la investigación es señal de cambios en la sociedad conforme a los tiempos actuales. El estudio, que se basó en un análisis de largo plazo, examinó los niveles de tensión a que están sometidas las mujeres, quienes conforman casi la mitad de la fuerza laboral en Estados Unidos. Investigaciones anteriores se centraron en los hombres, los proveedores tradicionales, y en esos documentos se concluía que el aumento de la tensión en el empleo elevaba el peligro de sufrir problemas cardíacos.
“La realidad es que estas mujeres no tienen el mismo tipo de empleo que los hombres” y a menudo carecen de autoridad o control sobre su trabajo, indicó la doctora Suzanne Steinbaum, directora del programa Mujeres y Enfermedades del Corazón en el Hospital Lenox Hill, en Nueva York. “No se trata solo de ir a trabajar, sino lo que ocurrirá cuando se llegue ahí”, agregó la experta quien no participó en el estudio.
Las conclusiones fueron difundidas durante una conferencia de la Asociación Estadounidense del Corazón, en Chicago.
La investigación para el “Estudio Salud de las Mujeres” que abarcó a 17 415 participantes se convirtió en un análisis de largo plazo para la prevención de las enfermedades cardíacas y el cáncer. Cuando se inició el estudio, las mujeres estaban saludables, tenían un promedio de 57 años y se desempeñaban en empleos de tiempo completo o parcial.
“La mayoría de las consultadas eran profesionales saludables, desde asistentes de enfermera hasta doctoras en filosofía”, destacó Albert. “Todas las participantes llenaron un cuestionario tipo encuesta sobre sus empleos y debían describir el tipo de trabajo con aseveraciones como: mi empleo requiere que trabaje muy rápido y estoy libre de límites exigidos por otros”, añadió.
Chicago, noviembre 15/2010 (AP)

Advierten sobre uso incorrecto de medicamentos sin receta

Muchos padres ponen en peligro la salud de sus hijos al suministrarles de forma incorrecta medicamentos para la fiebre o la tos que se venden sin receta y que en casos extremos pueden ser letales, advirtieron investigadores australianos.
“Nos sorprendió y preocupó ver que algunas personas creen que estos medicamentos son seguros porque pueden comprarse sin receta”, señaló la doctora Rebekah Moles de la Universidad de Sídney, autora principal del estudio que fue presentado en Lisboa en la conferencia anual de la Federación Farmacéutica Internacional (FIP).
El medicamento del que más se abusa es el Paracetamol, un analgésico y antipirético que, según explicó Moles a Efe, “es seguro si se utiliza de forma apropiada”. “Pero si un niño recibe dosis mayores de las recomendadas durante varios días seguidos puede ser potencialmente letal, porque causa un fallo hepático”, agregó.
El Paracetamol, los jarabes para la tos y el Ibuprofeno, otro analgésico, figuran entre los diez medicamentos sin receta que se suministran de forma más incorrecta, según datos de los Centros de Información Toxicológica australianos, destacó la experta.
En 2008, el 48% de las 119 000 llamadas recibidas en el Centro de Información Toxicológica, del estado de Nueva Gales del Sur, fueron por niños con una sobredosis accidental de medicamentos, el 15% de los cuales tuvieron que ser hospitalizados. Más del 85% de las llamadas se referían a niños menores de cinco años y casi el 80% a menores de tres años, reporta el estudio.
Es improbable que Australia sea un caso especial. Existen datos similares en Estados Unidos y los investigadores sospechan que “el uso inadecuado de las medicinas infantiles está generalizado en el mundo”.
Alarmados por la situación, los investigadores australianos llevaron a cabo un experimento en el que se estudió durante un periodo de cinco meses, hasta febrero pasado, a 97 adultos -53 madres, siete padres y 37 cuidadores- en guarderías de Sídney con niños de cero a cinco años de edad.
A todos los participantes se les confrontó con situaciones en que sus hijos o los niños a su cuidado estaban irritables y con calor, aunque seguían comiendo, bebiendo y jugando. Se puso a su disposición varios medicamentos que se venden sin receta y distintas medidas para las dosis, incluyendo cucharas corrientes, y se les preguntó lo que harían.
Según el estudio, el 44% de los participantes habría dado una dosis incorrecta de medicamento y solo el 64% se mostró capaz de medir la dosis con precisión. Por otra parte, el 15% decidió dar al niño un medicamento sin tomar su temperatura y el 55% cuando la fiebre estaba por debajo de 38 grados.
El Paracetamol fue el fármaco preferido en el 61% de los casos aunque el niño no tuviera fiebre. El 14% de los cuidadores salió airoso de la prueba de la fiebre. “En la mayoría de los casos una sobredosis o una dosis menor de lo necesario no causa un perjuicio. Pero algunos padres nos dijeron que suministrarían el medicamento cada media hora si no funcionaba”, señaló Moles.
Según la doctora, si se juntan todas las circunstancias y un padre o una madre “utiliza un medicamento que no es necesario, lo mide incorrectamente y lo suministra demasiado a menudo, el niño puede enfermar gravemente”. La solución es una mayor educación sobre este tema. “Los padres deben hablar con el farmacéutico, leer los prospectos con cuidado y pensar dos veces antes de abrir el botiquín”, destacó.
La investigadora recordó que “la fiebre no es mala, ya que significa que el cuerpo está funcionando, por lo que es más importante quitar una capa de ropa y conseguir que el niño descanse y beba mucha agua”. Si el medicamento es necesario, se debe leer el prospecto con cuidado y pedir consejo al farmacéutico sobre la dosis adecuada, que depende del peso del niño, no de su edad. Finalmente, Moles aconseja utilizar una jeringuilla para medir correctamente la dosis.
Sídney, agosto 30/2010 (EFE)

La “comida basura” puede ser tan adictiva como el tabaco o las drogas

La comida de alto contenido calórico puede ser tan adictiva como el tabaco o las drogas, según un estudio con ratas de laboratorio publicado en la revista científicaNature.
Aunque el descubrimiento no puede ser trasladado directamente a la obesidad en humanos, demuestra que un exceso de consumo de “comida basura” puede provocar respuestas adictivas en el cerebro.
Esto es lo que les sucedió a las ratas con las que se experimentó el estudio, a las que se les comenzó a dar comida basura y que acabaron convirtiéndose en comedoras compulsivas.
Se sabe en efecto que a los adictos se les debilita la capacidad de activación de los circuitos cerebrales responsables del recuerdo de sus experiencias positivas, ya que dejan de desempeñar esas actividades por la gratificación que reciben de ella, sino que lo hacen de manera adictiva.
Para la investigación, un equipo del Scripps Research Institute de Florida (Estados Unidos) encabezado por Paul Kenny, midió la sensibilidad de las ratas a ese tipo de experiencias.
Cuando los científicos ofrecían a las ratas comida de alto contenido en calorías como bacon, salchichas o pasteles, junto a comida más sana -aunque menos apetecible- que forma parte de su dieta habitual, los animales optaban por la primera y engordaban así rápidamente.
Su sensibilidad al recuerdo de experiencias positivas también cayó en picado como les ocurre a los adictos a las drogas.
Este debilitamiento de la respuesta a los recuerdos agradables persistió durante al menos dos semanas después de que dejaran de ingerir “comida basura”.
Un auténtico adicto, bien sea rata o humano, consume la sustancia causante de la adicción compulsivamente incluso cuando es claramente perjudicial para su salud.
Para desarrollar el estudio, los científicos adiestraron a las ratas para que dejasen de comer cuando una luz se encendiese porque, en caso de no hacerlo, recibirían descargas eléctricas en sus extremidades.
Las ratas de peso normal dejaban de comer al encenderse la luz incluso cuando se las tentaba con la más apetitosa “comida basura”, pero las obesas, acostumbradas a ingerir este tipo de comida, seguían comiendo.
El estudio también revela un descenso en los niveles de un específico receptor de dopamina en las ratas con sobrepeso, fenómeno que también se da en los humanos adictos a drogas.
Los científicos disminuyeron artificialmente los niveles del receptor de dopamina en otro grupo de ratas, lo que aceleró su pérdida de sensibilidad al recuerdo positivo cuando se les suministraba una dieta de alto contenido calórico
Londres, abril 02/2010 (EFE)

Asocian párkinson con exposición a pesticidas

En los años setenta, un estudiante de química de Maryland, en Estados Unidos, sintetizó en la cocina de su casa un opioide conocido como MPPP sin darse cuenta de que la cocción originaba una peligrosa impureza, el MPTP. Tres días después de inyectarse con el compuesto resultante comenzó a tener los síntomas característicos del mal de Parkinson. Dieciocho meses más tarde, después de morir por una sobredosis de cocaína, una autopsia de su cerebro descubrió la destrucción de neuronas dopaminérgicas en la sustancia negra, una de las señales distintivas de esta enfermedad neurodegenerativa.

Dado que el MPTP tiene semejanzas estructurales con algunos herbicidas y que pruebas posteriores en animales confirmaron sus efectos, los científicos empezaron a barajar la hipótesis de que el mal de Parkinson podría tener causas ambientales. Precisamente, una investigación recientemente publicada enEnvironmental Health Perspectives , añade más evidencias que respaldarían esta teoría: el trabajo muestra una fuerte asociación entre el uso de dos herbicidas (Rotenona y Paraquat) y el riesgo aumentado de desarrollar párkinson. El estudio abarcó a 110 personas con la patología y 358 controles (sin la enfermedad).

“Casi todas las personas que analizamos eran agricultores de Iowa y Carolina del Norte, pero los pesticidas también se utilizaban en sus casas e investigamos a sus mujeres -cuenta la doctora Anabel Chade, una de las autoras del trabajo, jefa de la Clínica de Parkinson del Instituto de Neurología Cognitiva (Ineco) y coordinadora de la Unidad de Movimientos Anormales del Instituto de Neurociencias de la Fundación Favaloro-. El 70% había estado expuesto durante largos años a esos productos, frecuentemente sin usar protectores.
Y aunque el estudio no mostró una lógica acumulativa (porque algunos incluso habían dejado de utilizarlos quince años antes de ser visitados), el grupo de los usuarios de herbicidas mostró un riesgo dos veces y media mayor que el de las personas no expuestas. “Chade, quien participó en el proyecto liderado por la doctora Caroline Tanner, del The Parkinson’s Institute gracias a una beca de la Fundación Michael Fox, aclara sin embargo que este tipo de estudios retrospectivos no pueden probar una relación de causa y efecto, pero que sí arrojan luz sobre los posibles mecanismos de la enfermedad y encienden una luz amarilla sobre el uso y la manipulación de estas sustancias, cuyas dosis muchas veces no están reguladas.

“Existen múltiples estudios epidemiológicos que van en esta dirección -opina el doctor Oscar Gershanik, director científico del Instituto de Neurociencias de la Fundación Favaloro. Es un dato a tener en cuenta para establecer posibles correlaciones, pero no un vínculo de causa y efecto.
En la actualidad se piensa que en el párkinson hay que contemplar una multicausalidad; es decir, que habría desde casos congénitos hasta otros originados por una predisposición genética en los que algún factor ambiental desencadenaría los síntomas.” Según los investigadores, los pesticidas estudiados provocarían alteraciones en mecanismos celulares que inducen la pérdida de neuronas en la sustancia negra y la disminución de los niveles de dopamina, que son a su vez la causa de las alteraciones en el control de los movimientos y las dificultades en la cognición asociadas con la enfermedad de Parkinson, segunda en frecuencia detrás de la enfermedad de Alzheimer.

“Es importante tener en cuenta que no solo estamos expuestos a estos pesticidas por razones profesionales o laborales sino que también estamos en contacto con ellos en la vida cotidiana, incluso en el hogar, señala Chade. La Rotenona es extraída de raíces y semillas de plantas tropicales. Es considerada un pesticida orgánico y se utiliza como insecticida en jardinería y como herbicida. Pero hay también otros agentes de uso doméstico que pueden producir alteraciones como la Permetrina, que es un repelente contra insectos. De modo que este estudio tiene recomendaciones importantes a tener en cuenta cuando se diseñan políticas de salud pública, ya que en muchos casos faltan estudios que especifiquen cuáles son las dosis máximas toleradas.”

Las cinco centrales nucleares que “no debemos perder de vista”

MONTEVIDEO, 21 Mar (UYPRESS) - Tras la tragedia en Japón surge la pregunta ¿y las demás centrales nucleares? Desde Bulgaria hasta Nueva York, hay cinco centrales que están “bajo sospecha”, según la publicación Foreign Policy en Español.

El siguiente es un resumen de las cinco centrales nucleares más peligrosas alrededor del mundo, ya sea por su ubicación geográfica en zonas con actividad sísmica, su edad o por antecedentes que ponen en duda la seriedad con que se asumen sus riesgos nucleares.


Bulgaria, Central Kozloduy

Un informe secreto del Departamento de Energía de Estados Unidos clasificó en 1995, a las centrales nucleares más peligrosas del antiguo bloque soviético. Entre los diez primeros lugares se incluyeron los dos reactores de la Central Kazloduy en Bulgaria.

La central supone riesgos de carácter tecnológico, por su obsolescencia, y por la existencia de cortes de energía en los períodos invernales. El informe señalaba que “es frecuente que por cada tres horas con luz haya una sin. El resultado es una enorme presión para que Kozdoluy siga funcionando a pesar de los riesgos”.

En el año 2004 se clausuraron los dos reactores menos confiables, y la Unión Europea impuso como condición para el ingreso de Bulgaria al bloque, el cierre de otros dos reactores de un total de cuatro que se mantenían en funcionamiento hasta 2009.

En la actualidad, el país se encuentra abocado a la construcción de nuevos reactores en la misma Central conjuntamente con la empresa rusa Rosatom. El inicio de las obras tendrá lugar en setiembre próximo.

Turquía, Central Akkuyu

Turquía se encuentra emplazado encima de la falla del norte de Anatolia, lo que lo convierte en uno de los países con mayor actividad sísmica del mundo. En los últimos cien años sufrió catorce terremotos de entidad, que se cobraron aproximadamente mil víctimas.

Los planes para la construcción de una central en Akkuyu llevan más de diez años, con idas y venidas, a causa de las protestas de la población. Sin embargo, el año pasado Turquía y Rusia firmaron un acuerdo energético que incluye la construcción de una planta atómica en Akkuyu.

Tras el desastre atómico en Japón, tanto el primer ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, como el presidente ruso, Dimitri Medvédev, afirmaron que el proyecto continúa adelante.

Armenia, Central Metsamor

La central, ubicada cerca de la capital Yereván, con más de un millón de habitantes, suministra el 40% de la energía eléctrica al país. Sin embargo, su tecnología es similar a la central búlgara de Kozloduy, de origen soviético, y su rector fue calificado como el “más viejo y menos fiable” de los de su tipo, por la Unión Europea.

En 1989, tras un terremoto en la zona, la planta fue cerrada y se reabrió a mediados de 1990. Esta central es motivo de polémica entre las autoridades gubernamentales y la comunidad internacional que ha solicitado su cierre, pero éste difícilmente pueda concretarse antes del año 2017.

Estados Unidos, Central Indian Point

La Comisión Reguladora de Energía de Estados Unidos dio a conocer un informe donde se calificaba el riesgo de las 104 centrales nucleares que tiene el país frente a un terremoto. La más peligrosa, concluyó el informe, es la Central Indian Point, ubicada en Nueva York, a tan sólo 40 kilómetros de Manhattan.

Las probabilidades de daño del reactor número 3 de la central, son siete veces más elevadas que la media nacional. Las autoridades han expresado su preocupación al respecto pero no se han producido novedades aún. El gobernador de Nueva York, Andrew Cuomo señaló que “soy consciente de la energía que proporciona y de las ventajas. Pero ésta es una información nueva que vamos a investigar”, dijo.

Japón, Central Shika

La central japonesa estuvo a punto de sufrir una reacción en cadena y fuera de control durante quince minutos, en 1999. Si bien nada sucedió finalmente, el hecho fue encubierto y recién salió a luz en el año 2007, cuando el gobierno nipón llevó a cabo una revisión de la planta. Como consecuencia se ordenó su cierre temporal.

Poco antes, un tribunal había dictaminado su cierre ante una acción judicial emprendida por los habitantes locales, ante la desconfianza de su capacidad de resistencia a los sismos. Sin embargo, la Agencia de Seguridad Nuclear de Japón revirtió la decisión.

La seguridad nuclear ha sido abordada con negligencia en Japón, que ha quedado en evidencia con la catástrofe de Fukushima. Según el diario británico ‘The Guardian’ las centrales nucleares que se construyeron en el país cuando la actividad sísmica era reducida, sin embargo cuando esta se acrecentó no se modificaron las políticas de seguridad por parte de los organismos reguladores del sector nuclear nipón.

Fuente: http://www.fp-es.org/sospechosos-atomicos

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

“Duerme bien, crece sano”

MONTEVIDEO, 21 Mar (UYPRESS)- Ese es el slogan del 2011 para promover un sueño adecuado tan importante para que nuestro organismo funcione en forma armónica. A continuación reproducimos parte de de algunas notas publicadas en actualidad.rt.com, donde se dan a conocer pautas para promover dormir bien y crecer sano.

El 18 de marzo de 2011 se celebra el Día Mundial del Sueño, un evento internacional declarado el 2008 por la Asociación Mundial de Medicina del Sueño (WASM) con el fin de promover la importancia de dormir bien, ya que de la calidad del sueño depende la salud, así como la educación, la vida social y la seguridad en la vida cotidiana.

En la actualidad la somnolencia y el insomnio constituyen una epidemia global que amenaza la salud y la calidad de vida, pero se los puede prevenir y tratar médicamente en cualquier país del mundo.

El lema del Día del Sueño 2011 es “Duerme bien, crece sano”. Según los datos de la Asociación, un sueño de calidad insuficiente, de la que sufren cerca de 25% de niños en todo el mundo, puede provocar obesidad, lesiones en accidentes, problemas emocionales, agresividad, frustración, alteración de los niveles de actividad, así como perjudicar la memoria, la atención, la capacidad de aprender y razonar, es lo que impactó a los estudios.

Algunos especialistas hacen hincapié en la importancia de un buen sueño en los períodos más tempranos de la vida, porque la calidad del mismo determina la salud de las personas en el futuro. En particular, dormir bien es muy importante durante los primeros años de vida y durante la pubertad, puesto que el sueño juega un papel muy importante en la maduración del cerebro.

Para ayudar a los padres a asegurar el buen dormir de sus niños, la WASM ha publicado los diez “mandamientos”. Se aconseja que los padres establezcan y mantengan un horario regular de acostarse y levantarse, así como un horario regular para las actividades durante el día, mantengan una rutina constante antes de acostar al niño (ponerle pijama, lavarse los dientes, leer o escuchar un cuento), eviten la luz brillante y el uso de aparatos electrónicos antes de acostarlo y en las horas del sueño.

Es también necesario que los niños hasta los cinco años de edad duerman siestas en horarios regulares y de duración adecuada para la edad, así como realicen ejercicio y pase un tiempo al aire libre, indican los especialistas. Y también indican que hay que eliminar alimentos y bebidas de la dieta de los niños que tengan cafeína, como refrescos de cola, café y té.

Qué significan las posturas del sueño

Por ejemplo, afirman que la postura, en la que uno duerme, refleja su personalidad. Destacan cinco posiciones principales:

La postura fetal: se parece a la del feto en el útero: el individuo duerme de costado, con las rodillas dobladas y aproximadas al mentón. Algunos psicólogos afirman que una persona que duerme así no se atreve a enfrentar la vida y tiene problemas de autorrealización.

La postura 'semifetal' la adoptan personas equilibradas, tranquilas y fiables que son capaces de adaptarse a cualquier tipo de condiciones.

La 'postura de los Reyes' es característica de una de cada cinco personas y provoca el ronquido: el individuo duerme boca arriba, con los brazos y piernas muy extendidos. Es muy típica de las personas que desde la infancia solían ser el centro de atención, que siempre están muy seguras de sí mismas y son muy comunicativas.

Dormir boca abajo es la postura típica para un 12%. Estas personas están acostumbradas a controlar su vida y hacer todo lo posible para evitar acontecimientos inesperados.

Dormir tapando la cabeza con los brazos, como en posición de defensa de las posibles de sorpresas nocturnas desagradables, es la postura que emplean aquellos que sufren estrés, causado por todo tipo de acontecimientos o comportamientos inesperados por parte de otras personas. Sus problemas están vinculados con una necesidad tremenda de estabilidad, seguridad y confianza.

Fuente: http://actualidad.rt.com/ciencia_y_tecnica/medicina_salud/issue_21846.html

UyPress - Agencia Uruguaya de Noticias

20/3/11

CONCEPTOS BASICOS DE COMUNICACIÓN Y ENSEÑANZA

Comunicación: Es un proceso de transmitir ideas o bien símbolos, que tienen el mismo significado para dos o más sujetos los cuales intervienen en una interacción.

Es la utilización de un código especifico para la transmisión de un mensaje o bien de una determinada experiencia en unidades semánticas con el objeto de permitir a los hombres relaciones entre sí.

Información: Es un conjunto de mecanismos que le permiten a un sujeto retomar y reelaborar los datos del medio ambiente para estructurarlos de una manera especifica con el objeto de que le sirvan como guía de acción.

COMUNICACIÓN

INFORMACIÓN


Es un fenómeno específicamente humano

Conlleva relaciones dialógicas

Se da entre iguales

Implica relaciones simétricas


Implica diferentes relaciones humanas

Conlleva relaciones unilaterales

Institucionaliza al emisor

Implica la imposición de una determinada visión del mundo por lo que rechaza proposiciones criticas

La lingüística:

Es una disciplina cuyo objeto de estudio es el lenguaje humano. Se trata de una ciencia teórica dado que formula explicaciones diseñadas para justificar los fenómenos del lenguaje, esto es, el diseño de teorías sobre algunos aspectos del lenguaje y una teoría general del mismo.

Según el código es que existen distintos tipos de comunicación:

Lingüística escrita: cuando el código empleado es lingüístico escrito. Por ejemplo, la correspondencia por carta.

Lingüística oral: cuando el código empleado es lingüístico oral. Por ejemplo, cuando conversamos.

Códigos no lingüísticos:

Son aquellos códigos que no necesitan del lenguaje. No requieren de un idioma determinado para ser capaces de transmitir el mensaje.

Para que estos códigos sean útiles, tanto el emisor como el receptor deben saber sus significados, pero no tienen que saber leer ni escribir. Ellos se debe que estos códigos, como no utilizan el lenguaje, no son escritos ni orales.

Los códigos no lingüísticos se dividen en 3 códigos:

1- No lingüístico visual: cuando el código empleado es no lingüístico visual. Por ejemplo, la publicidad, Señal tránsito "Hombres Trabajando".

a) Significante: la señal de tránsito "Hombres Trabajando".

b) Significado: el conductor debe tener cuidado y precaución porque hay hombres trabajando en la calle cerca del lugar donde está ubicada la señal de tránsito.

2- No lingüístico gestual: cuando el código empleado es no lingüístico gestual. Por ejemplo, los gestos que utilizamos a diario, lo que distingue a este tipo de código es su origen. Este consiste en que el emisor hace gestos para transmitir el mensaje, a diferencia del visual que corresponde a cualquier señal que solo es necesario ver.

Un ejemplo de código lingüístico gestual es el lenguaje de los sordomudos.

3-No lingüística acústica: También se le llama código no lingüístico acústico o sonoro. Se transmite a través del oído, es decir, el receptor debe escuchar la señal para recibir y entender el mensaje.

En el código no lingüístico auditivo, la señal es más universal y no incluye palabras ni nada lingüístico ni tampoco elementos visuales.

NOTA: en cualquier situación comunicativa, hay que cuidar no confundir el emisor con el objeto que produce el sonido, ya que estos objetos suelen servir simplemente como un medio para que el verdadero emisor transmita el mensaje.

Por ejemplo, en el caso de las campanas de la iglesia, es el sacerdote y no las campanas, quien desea transmitir a toda la comunidad que la misa va a comenzar.

a) Significante: las campanas de una iglesia.

b) Significado: anuncian que la Misa va a comenzar.

La comunicación es importante porque le permite al ser humano formar grupos, coordinar actividades dentro de esos grupos formar adjetivos dar a conocer costumbres, leyes y formas con el objeto de formar una cultura y posteriormente compartirla con otros.

Los elementos básicos de este modelo de Comunicación son:

Emisor: Aquél que transmite la información υ el hablante en el lenguaje oral

  • codifica el mensaje
  • lo transmite

Receptor: Aquel que recibe la información del oyente en el lenguaje oral

  • descodifica el mensaje
  • lo recibe

Canal: es el medio de transmisión por el que viajan las señales portadoras de la información emisor y receptor. Es frecuente referenciarlo también como canal de datos.

Código: Conjunto de signos lingüísticos y normas que rigen su empleo.

  • Cada lengua tiene su propio código
  • Para que haya comunicación es indispensable que emisor y receptor tengan el mismo código

Mensaje: Información codificada lingüísticamente

Contexto: Aquello de lo que hablamos, elemento extralingüístico. Algunos también lo llaman referente.

  • El contexto permite una buena interpretación del mensaje y su código.
  • Si emisor y receptor no se encuentran en el mismo contexto, la comunicación falla.
  • El contexto o referente es objeto de estudio de la Pragmática.
Material extraído de Acción Formativa ( Antonella Tatto).

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